sexta-feira, 12 de julho de 2013

voce ja caminhou hoje?

assistam a este filme e se perguntem : vc ja caminhou hoje ?

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=14kJlUdmNjw

http://youtu.be/0H30ht19HK4

sexta-feira, 29 de março de 2013

Dieta Rica em Carboidratos no inicio da Infância leva a Obesidade na Vida Adulta.


Estudos laboratoriais tem uma grande implicação no conhecimento do mecanismo de desenvolvimento da obesidade. Pesquisadores da Universidade de Buffalo, EUA, descobriram que ratos que receberam dieta rica em carboidratos durante um estagio precoce de vida (similar aos meses in iniciais de um ser humano) eram incapazes de se livrar do excesso de peso ao longo da vida. Este estudo demostra que a qualidade de alimentação já no inicio da vida condiciona como nosso corpo ira responder a comida ao longo do resto de nossas vidas.

“Esta foi a primeira vez que confirmamos a hipótese em modelo animal que há uma resistência em reverter a programação da obesidade ao longo da vida, após exposição de dieta rica em carboidratos no inicio da vida.”, explicou DR Mulchand S. Patel, PhD, professor emérito de bioquímica da escola UB de medicina e ciências biológicas.

Este estudo pode ser extrapolado para serem humanos, pois quando os pais tiram os bebes da leite materno ou mamadeiras, ele geralmente oferecem alimentos ricos em carboidratos e açucares. “Muitos alimentos para bebes são ricos em açucares e calorias,” ele disse. ”Nossa hipótese é que oferecer estes alimentos muito precoce nas vidas destas crianças, aumenta a procura de alimentos ricos em carboidratos, elevando a secreção de insulina e provoca uma programação metabólica que , em troca, predispõe essa criança a obesidade mais adiante na vida.”

No presente estudo, pesquisadores ofereceram dieta com a mesma quantidade de calorias para ratos de 3 semanas de vida. No entanto, em um grupo trocaram gorduras por carboidratos. Depois ambos os grupos receberam uma dieta de rato comum. Os ratos que tinham sido alimentados com excesso de carboidratos provocou uma programação metabólica com desenvolvimento de hiperinsulinemia ( excesso de liberação de insulina no organismo), um precursor do diabetes tipo 2 (do adulto).


“Descobrimos que estes ratos exposto a dieta rica em carboidratos sofreram restrição calórica moderada, similar ao individuo que faz deita para perda de peso, a memoria é apenas suprimida e não apagada.” (NT: ou seja, tem mais facilidade em reganhar o peso)
“Durante este período critico da vida, o hipotálamo, órgão do cérebro que regula o apetite, torna-se programado a induzir o individuo a ingerir mais comida. E a restrição calórica moderada numa fase mais tardia da vida não consegue reverter esta programação.”, ele continua.

Dr Patel reitera que os pais devem seguir as orientações alimentares sugeridas pela Academia Americana de Pediatras e não oferecerem alimentos sólidos antes dos 6 meses de vida.

NT: 1.Este trabalho comprova a frase: “Somos o que comemos”. Se oferecemos uma dieta rica em carboidratos (com excesso de calorias, açúcar e derivados) logo no inicio da vida, nossos filhos desenvolverão uma “memoria” desta dieta ruim. E ao longo de suas vidas, terão mais facilidade em ganhar peso e mais dificuldade em perdê-lo. O ser humano cria uma memoria gustativa (do paladar) nos primeiros anos de vida. Ele não nasce “gostando“ de um alimento. Somos nós, os adultos, quem modulamos este paladar baseado no que oferecemos ao bebe.

2. Como o estudo mostrou, não é só excesso de alimentos gordurosos que fazem mal. Excesso de carboidratos (açúcar, mel, pão, bolacha, arroz, macarrão etc) é tão ruim quanto, ou pior.

3. Portanto, cuidado pais, ao oferecerem estes tipos de alimentos para seus infantes. Eles não precisam de açúcar industrializado. Não precisam experimentar chocolates, refrigerantes e outros alimentos calóricos não naturais nos primeiros anos de vida. Ofereçam frutas, que tem o açúcar natural. Assim terão uma “memoria” de alimentos saudáveis.


Tradução e NT: dra Bibiana 


quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Bioimpedância - Avaliação da Saude


O que é Bioimpedância

Nosso peso é composto pela somatória de todos os órgãos (por exemplo, cérebro, músculos, coração, pele, ossos e gordura) e água. A balança pesa todos estes componentes juntos, não diferenciando a quantidade de peso de cada um destes elementos. O mesmo ocorre quando calculamos o IMC (índice de massa corpórea), que é calculado dividindo-se o peso pela altura ao quadrado (IMC = Peso / Altura2). Se o resultado for menor de 25, o individuo é considerado saudável, maior que 25 sobrepeso e maior que 30 obesos. Apesar deste calculo ser uma ferramenta útil para avaliação da massa corpórea, ele é impreciso. Uma pessoa musculosa pode ter o IMC elevado, mas não ás custas de gordura, o que caracteriza um obeso, mas de musculoso. Por outro lado há pessoas com IMC baixo e com muita gordura corpórea, são os falso-magros. De nada adianta pesar pouco, se o peso é composto em sua maioria por gordura. Uma pessoa falso-magra (ou seja, com peso baixo, mas alto teor de massa gordurosa) tem o mesmo risco de apresentar um infarto que um obeso. O equilíbrio entre as porcentagens de massa gordurosa, massa não gordurosa (musculo, ossos, etc) e agua é fundamental para uma boa saúde e bem estar. Podemos aferir este equilíbrio através da bioimpedância.

A bioimpedância é um aparelho que afere com alta precisão a composição corporal. O exame é realizado medindo a velocidade com que a corrente elétrica passa através do corpo. Nos músculos e agua corpórea, a velocidade é rápida e na gordura, baixa. Junto com dados pessoais como idade, peso, altura gênero, o aparelho de bioimpedância fornece a analise da composição corporal individual e personalizada. Obtemos assim os seguintes dados: porcentagem de gordura corpórea, porcentagem de massa não gordurosa, porcentagem de agua, taxa metabólica basal (é o numero de calorias que a pessoa gasta por dia para manter-se viva, sem realizar atividade alguma), quantos quilos de musculo é preciso ganhar, quanto de gordura tem que perder; quanto de calorias se gasta em diversos tipos de atividade física e recomenda as calorias dietéticas necessárias para atingir um peso saudável, com a composição corporal correta.

A bioimpedância auxilia a identificar risco á saúde relacionada a níveis excessivamente elevados ou baixos de gordura corporal. Gordura corporal baixa demais está presente em indivíduos com anorexia nervosa, e é um risco à vida, pois a gordura serve para produzir hormônios, é fonte de energia nos períodos que não comemos, mantém a temperatura corpórea e ajuda na imunidade. A falta excessiva de tecido gorduroso pode ser fatal.

Quem pode realizar a bioimpedância?
Pessoas de todas as faixas etárias beneficiam da avaliação da composição corporal. Desde crianças com problemas de obesidade, pessoas que querem perder peso, durante avaliação da cirurgia bariátrica (perde-se musculo e gordura no pós-operatório), atletas para acompanhar o ganho de massa muscular etc.

Para o idoso este exame é importante. À medida que envelhecemos, nosso corpo acumula gordura e ocorre diminuição da massa muscular. Há maior propensão a quedas, diminuição da locomoção e queda da qualidade de vida. Com a bioimpedância, avalia-se o estado de saúde do idoso, e acompanha o ganho de massa muscular com a atividade física.

Quem não pode fazer o exame?
Pessoas com marca-passo, gestantes, período peri-menstrual.

Como o resultado da bioimpedância auxilia no controle de peso?
Para se perder peso fazemos atividade física e dieta. Porem dependendo do tipo de atividade e da dieta corremos o risco de perder musculo ao invés de gordura. Além disto, muitas vezes “empacamos” na balança, pois perdemos gordura e ganhamos músculos durante este processo. A bioimpedância, feita de rotina, mostra e evolução da alteração da composição corpórea ao longo do tratamento. Desta forma, mesmo que o peso na balança fique igual, a bioimpedância mostra se houve ganho de massa muscular e perda de massa gordurosa, o que indica sucesso terapêutico apesar da balança, que ,como já dito, afere o peso como um todo.

Durante o tratamento para perda de peso, há necessidade de alterar a ingesta de calorias, dependendo justamente da composição corpórea.
Neste caso, a bioimpedância seriada auxilia a orientação e reorientação médico-nutricional.

Independente de sua composição corpórea,faça atividade física e alimente-se de forma saudável. Só assim evitamos a epidemia de obesidade e diabetes mellitus que assola nosso planeta.

Dra Bibiana Prada de Camargo Colenci
Clinica de Diabetes e Saúde

CRM 93178



segunda-feira, 9 de julho de 2012

Taxa de diabetes em crianças já é 4 vezes maior na China que nos EUA



Segundo estudo americano, enriquecimento e mudanças de hábitos de alimentação trouxeram novos problemas de saúde ao país.

Alçada à condição de superpotência entre os emergentes, a China vem enfrentando problemas decorrentes de seu enriquecimento. Um dos principais, apontam especialistas, é o elevado índice de obesidade entre as crianças do país.

Um estudo publicado recentemente na revista americana 'Obesity Reviews', principal publicação da Associação Internacional para o Estudo da Obesidade, apontou que os jovens chineses têm taxas de diabetes quatro vezes maiores do que as de seus pares americanos.

Entre os principais fatores que explicam a saúde precária dos adolescentes do país estão a mudança drástica no estilo de vida e nutrição, além da elevação nos índices de sobrepeso e obesidade que o gigante asiático tem registrado nas últimas décadas.

De acordo com o estudo, os jovens chineses também estão mais suscetíveis a doenças cardiovasculares.
Nos últimos anos, a China tem experimentado um crescimento econômico sem precedentes. Mas, em contrapartida, o país passou por dramáticas transformações no padrão de dieta, peso, e atividade física da população.

Para investigar o fenômeno, cientistas da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos , acompanharam durante duas décadas 29 mil pessoas em 300 comunidades na China.
A cada dois anos, os cientistas atualizavam os dados de mudanças de peso, hábitos alimentares e níveis de atividade física dos pacientes.

Ao fim do estudo, eles constataram 'um grande aumento nos fatores de risco cardiometabólico e de sobrepeso' dos chineses.

Riscos
Os cientistas também observaram uma incidência de diabetes e pré-diabetes de 1,9% e 14,9% respectivamente em crianças de entre 7 e 17 anos. De acordo com a pesquisa, na China, 1,7 milhões de crianças entre 7 e 18 anos têm diabetes e outras 27,7 milhões são consideradas pré-diabéticas.
Segundo eles, as altas taxas aumentavam os riscos de doenças cardiovasculares.

Quando compararam os dados colhidos com os dados da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição (NHANES) dos Estados Unidos, os pesquisadores descobriram que as taxas de diabetes e fatores de risco cardiovascular são quatro vezes maiores entre a população jovem chinesa do que entre crianças e adolescentes americanos.

'Além disso, mais de 35% das crianças menores de 18 anos têm níveis elevados de, pelo menos, um fator de risco cardiometabólico', afirma o professor Barry Popkin, responsável pelo estudo.
Segundo ele, se nada for feito urgentemente para reverter essas tendências, o sistema de saúde pública na China terá de enfrentar um enorme desafio nos próximos anos.
'O que é inédito é a mudança na dieta, peso e risco cardiovascular em crianças de 7 anos ou mais', destaca Popkin.
'Esses números mostram o enorme fardo que o sistema de saúde da China terá de enfrentar se nada mudar', acrescenta.
Os cientistas também observaram altos níveis de risco tanto em indivíduos de comunidades urbanas quanto rurais, independentemente da classe social.
Para os autores, 'os iminentes custos de saúde e suas implicações são imensos'.

Fonte: ig.news

terça-feira, 26 de junho de 2012

Obesidade infantil: um problema serio e crescente


O sedentarismo e a obesidade infantil, e também na adolescência, têm uma relação muito próxima. O papel dessa relação entre o sedentarismo e a obesidade contribui para graves consequências, tais como doenças cardiovasculares, diabetes, etc.
Torna-se então necessário proporcionar ás crianças hábitos alimentares correctos e promover as actividades físicas. Se coloca a si perguntas sobre o sedentarismo e a obesidade infantil, então este artigo é para si. Corrigir a falta de hábitos das suas crianças torna-se necessário, pois anos mais tarde eles vão-lhe agradecer.
É um facto que as crianças estão a ficar mais altas a cada nova geração. Infelizmente, estão também a ficar mais largas e isto deve-se a um conjunto de elementos que se aliam para produzir mais e mais gerações de crianças infelizes e com excesso de peso.
Na primeira parte deste século, as crianças eram “vistas e não ouvidas” durante a maior parte do tempo. Não havia coisas como televisão para crianças; este tipo de entretenimento, quando chegou, estava reservado para o prazer dos adultos.
Após as aulas, mandava-se as crianças sair para brincar nas ruas ou nas matas, onde queimavam as calorias que tinham acumulado durante o dia. “Brincar lá fora” predispunha as crianças para jogos inovadores, ao sabor da sua imaginação, e dava também para horas e horas de exercício físico.
Os miúdos construíam casas nas árvores, brincavam ao pião e chapinhavam nas poças até ficarem completamente exaustos. Hoje, as nossas crianças chegam a casa e imediatamente se ‘colam’ ao ecrã da televisão ou talvez a uma consola de computador, onde estão continuamente a mastigar, tanto antes como depois da refeição, até à hora de deitar.
Com este regime sedentário, não é de surpreender que as nossas crianças vão inchando até à adolescência.
Um outro aspecto infeliz do tipo de vida das nossas crianças é que os adultos já não são capazes de dedicar um pouco do seu tempo para corrigir as rotinas dos seus filhos. Tanto o pai como a mãe estão empregados a tempo inteiro, no mundo moderno, e já poucos têm o tradicional ‘a mamã fica em casa’.
As crianças, deixadas com os seus aparelhos, farão o que bem entenderem – e o que elas querem é estar sentadas em frente a um ecrã a comer batatas fritas e doces!
Nas comunidades em que vivemos não é sensato permitir que as crianças brinquem lá fora sem a supervisão de um adulto. Até ambientes ‘seguros’ como parques ou pátios de recreio podem ser presas para os raptores e molestadores de crianças, pelo que a supervisão é a única solução viável para pais responsáveis, trazendo de volta o velho problema de não haver tempo para estar sentado de vigia enquanto as crianças têm o seu pedaço de exercício físico diário.
A resposta a isto é uma dieta saudável e controlada, claro, mas mesmo uma solução simples como esta requer uma supervisão rigorosa para que possa ser bem sucedida. Muitos pais concluíram que a proibição de guloseimas dá bons resultados, ou pelo menos impedir que comam doces antes do jantar.
Obviamente, se o seu filho comeu uma refeição saudável, substancial e nutritiva, sentir-se-á menos predisposto a comer grandes quantidades de doces, barras ou batatas fritas.
Após as aulas, o exercício físico é importante, juntamente com uma alimentação controlada. Várias escolas estão a introduzir, no ambiente escolar, actividades para combater o ganho de peso e até qualquer um Professor de Educação Física o poderá ajudar, se o requerer, com um programa para uma alimentação saudável.



Fonte : obesidadeinfantil.org

A Tecnologia Auxiliando o Controle do Diabetes



Ser diabético não é fácil. Se for tipo 1 ou tipo 2 usuário de insulina, além de manter uma dieta rigorosamente saudável e fazer atividade física, necessitam realizar o controle glicêmico com o hemoglicoteste (as famosas fitinhas e ponta-de-dedo ) e muitas vezes realizar a contagem de carboidratos.

A contagem de carboidratos nada mais é do que um cálculo matemático, onde somamos a quantidade de carboidrato que ingerimos e dividimos por um fator (determinado pelo endocrinologista) para achar a dose de insulina necessária para “queimar” aquela refeição. Para fazer estes cálculos é necessário que saibamos a quantidade de carboidrato presente em cada alimento. Até há pouco tempo o diabético tinha que carregar consigo um livrinho de bolso contendo estas medidas.

Mas com o avanço da tecnologia foram desenvolvidos diversos programas que baixamos no celular de tal forma que temos esta lista – literalmente - na palma das mãos. Escolhi alguns aplicativos gratuitos e em português que testei aprovei.

Programas como DIAMIGO, desenvolvido para iPhone, iPod, iPad. Inserimos dados como nome, idade, tipo de diabetes. Colocando a dose de glicemia pré-refeição e dados como sensibilidade insulínica o aplicativo sugere a dose de insulina a ser aplicada. O interessante é que há possibilidade de cadastrar os dados de seu endocrinologista, permitindo envio de informações diretamente para ele. Para baixar basta entrar no Apple Store e digitar Diamigo.

Outro aplicativo interessante é o GlicOnLine (http://gliconline.com.br/). Este aplicativo pode ser utilizado no computador, ou em qualquer smartphone que tenha internet. Da mesma forma que o anterior, há uma tabela de carboidratos e possibilita o cálculo de insulina e envio de informações ao medico endocrinologista.

O Glicocare, também para IPhone e iPod, e pode ser baixado na Apple Store. Com o Glicocare, pode-se avaliar o andamento da glicose e de interessante é que há envio de SMS com dicas sobre diabetes e qualidade de vida, o que ajuda o diabético a se lembrar de se automonitorizar. Há possibilidade de o próprio usuário criar lembretes que o alertam quando programado. Tem um gráfico para acompanhamento da glicemia. No entanto, ele não sugere a dose de insulina a ser aplicada. Mas é uma boa opção para usar junto com outro aplicativo, como um adicional.

Ainda em relação a auto monitorização, há dispositivos como as bomba de insulinas que têm acoplado o sensor de glicose (Paradigma da Medtronic) o qual afere a glicemia em tempo real a cada 5 minutos. Assim o paciente pode prever se está evoluindo para hipo ou hiperglicemia, possibilitando maior prevenção, controle e segurança. A bomba da Roche Perfoma Combo pode ser controlada por controle remoto o qual também é um medidor de glicemia. Ele envia os dados para a bomba por ondas de radio, facilitando o manejo.

Até as insulinas estão mais modernas. Desde 1921 quando Banting e Best conseguiram isolar a molécula de insulina e houve produção em escala de insulina, o tratamento desta doença avançou muito. Vidas foram salvas. Depois vieram os análogos da insulina; e com isto pode-se simular melhor a liberação de insulina do pâncreas. Agora estamos na fase de “insulinas inteligentes” (smart insulin), com liberação programada e prolongada possibilitando menor ganho de peso e menor eventos hipoglicêmicos.

Em relação a aplicação de insulina, as canetas de insulina possibilitaram picadas menos doloridas e menor erro na aplicação da dose (já que o numeral mostrando a dose é grande – bom para crianças e idosos) com menor erro na aplicação.Atualmente há a caneta sem agulha - a Safe-Inject, que promete aplicações quase indolores.

Hoje no Brasil somos 12 milhões de diabéticos. Muitos necessitam destas fantásticas ferramentas que facilitam nosso dia- a- dia. Experimentem, e escolham a que melhor lhes convier. 



autora : DraBibiana